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PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

19 de abril de 2018

Mito ou verdade? Recarregar a bateria muitas vezes ao dia estraga o aparelho utilizado?



Desvendamos os segredos por trás deste mito que tanto assusta donos de notebooks e smartphones.

Uma das dúvidas mais recorrentes de quem acabou de adquirir um aparelho com baterias recarregáveis está relacionado a formas de prolongar a vida útil do dispositivo. Afinal, ninguém gosta de ver o tempo de carga de seu dispositivo acabando em um ritmo cada vez mais rápido, tornando obrigatório levar um carregador de um lado para o outro.

Infelizmente, quando se trata da manutenção de baterias, o nível de desinformação encontrada é muito grande. Uma simples pesquisa em sites de busca indicam as mais diferentes soluções para prolongar a vida de dispositivos e até mesmo reviver aparelhos dados como mortos.

Mas afinal, será que recarregar constantemente a bateria de meu notebook vai danificar o aparelho? Qual a melhor forma de guardar a bateria reserva de um celular que não será utilizada durante um bom tempo? E é verdade que basta aquecer ou congelar uma bateria para que ela reviva milagrosamente?

São essas e outras perguntas comuns que o Baixaki responde neste artigo. Fique ligado, pois além de desvendarmos os mistérios por traz desses mitos, fornecemos dicas valiosas para manter suas baterias sempre cheias, ao mesmo tempo em que se prolonga a vida útil de aparelhos.

Desvendando o mito.

Antes de nos aprofundarmos na forma como baterias funcionam, é preciso responder à pergunta que dá título ao artigo: recarregar constantemente o aparelho, hoje, é o método recomendado pelos fabricantes. Em resumo, realizar diversas recargas antes do término da bateria não vai estragar seus aparelhos.

Dessa forma, quem deixa dispositivos conectados muito tempo à uma tomada não precisa se preocupar em perder desempenho ou com possíveis danos causados pelas constantes recargas.

Vale mencionar que até alguns anos atrás a resposta seria totalmente diferente, devido ao chamado efeito memória, muito comum em aparelhos com mais idade. Antigamente, as bateria utilizadas eram feitas de Níquel-Cádmio, uma tecnologia menos eficiente e que costumava apresentar vários problemas em caso de recargas recorrentes.

O efeito memória funciona da seguinte forma:

Quando um aparelho era recarregado, a bateria se lembrava da carga inicial e a considerava como o ponto zero. Assim, se você recarregasse o aparelho com 80% da carga, eram grandes as chances de que, em pouco tempo, só fosse possível utilizar os 20% restantes da bateria, o que significa muito pouco tempo de uso e a dependência da conexão com uma fonte de energia externa. Dessa forma, a melhor maneira de prolongar a vida dos aparelhos era sempre recarregá-los somente quando não houvesse mais energia.

Com as baterias baseadas em Íon-Lítio (que equipam praticamente a totalidade dos aparelhos portáteis atuais), o efeito memória desapareceu completamente. Isso significa que não importa se a bateria está com 40% ou 70% de vida – a recarga pode ser feita sem nenhum problema ou perda de desempenho.

Inclusive o recomendado é deixá-la o mais próximo da carga total sempre que possível.

Como prolongar a vida da uma bateria de Íon-Lítio.

Agora que ficou claro que, em se tratando de baterias atuais, recarregá-las constantemente não apresenta nenhum dano, é hora de falar um pouco sobre como funciona a tecnologia Íon-Lítio. Antes de qualquer outra informação, é preciso saber que baterias do tipo ainda não amadureceram totalmente, e cientistas testam constantemente novas combinações de produtos químicos para aumentar sua eficiência e tempo de duração.

Baterias de Íon-Lítio funcionam através de ciclos de recarga (com média que fica entre 300 a 500 recargas, dependendo do tipo de aparelho utilizado). Cada vez que o dispositivo é descarregado totalmente, perde-se um ciclo de vida útil – em teoria uma bateria do tipo só precisa ser substituída após o usuário descarregá-la totalmente 500 vezes. Ou seja, caso se siga o mesmo procedimento necessário nas baterias de Níquel-Cádmio, em pouco tempo seus aparelhos só funcionarão conectados a uma fonte de energia.

Dessa forma, o ideal é que você recarregue constantemente sua bateria, mesmo que ela ainda possua uma boa quantidade de carga. Portanto, não precisa se preocupar em deixar seu celular com 60% de carga conectado ao carregador meia hora antes de sair de casa – inclusive esse é o tipo de procedimento recomendado pela maioria dos fabricantes.

O problema que pode ocorrer devido à recarga constante dos aparelhos está na exibição do nível de carga. Isso é comum, principalmente em celulares e notebooks, que podem indicar um nível maior ou menor de carga do que aquele realmente disponível. Isso pode ser resolvido de maneira fácil, basta descarregar totalmente a bateria do aparelho para recalibrar o medidor dos dispositivos. O recomendado é que esse processo seja feito uma vez a cada três meses, evitando assim maiores problemas.

Em geral, uma bateria de Íon-Lítio conservada em condições ideais dura entre dois a três anos de uso constante. Isso acontece devido aos processos químicos naturais que acontecem nos dispositivos e que aumentam sua resistência interna devido à oxidação. Eventualmente, a resistência atinge um ponto em que a bateria não é mais capaz de fornecer energia, mesmo que possua carga interna disponível.

Por esse motivo, é comum que baterias durem mais em dispositivos que exigem pouco consumo de energia. Afinal, neles não é preciso que a taxa de transferência de energia seja muito alta, o que possibilita seu uso mesmo quando a resistência interna é muito grande. O aumento da resistência interna é mais comum nas baterias Íon-Lítio que utilizam cobalto em sua composição, caso de smartphones, câmeras fotográficas e computadores portáteis.

Já aquelas baseadas em manganês (utilizadas em ferramentas elétricas, por exemplo) possuem uma carga energética menor, mantendo a resistência interna em níveis estáveis – nesse caso, a perda de vida útil se dá pela decomposição química de elementos internos.

Calor, o grande inimigo das baterias.

Agora que você sabe que não é preciso descarregar totalmente um dispositivo antes de recarregar a bateria, deve estar pensando:

Então não tem problema eu manter um aparelho conectado o tempo toda à tomada e só desconectá-lo na hora de sair de casa, certo? Bom, em teoria sim, mas na prática não é bem o que acontece.

Embora em matéria de ciclos de vida não haja nenhum problema em manter um dispositivo totalmente carregado conectado à tomada, é preciso levar em conta que o fluxo constante de energia tende a aquecer o aparelho. Comprovar isso é uma tarefa muito fácil, especialmente se você possui um notebook – ao comparar a temperatura de um aparelho desconectado a um em processo de carregamento é fácil notar a diferença de temperatura.

Basta lembrar das aulas de química ministradas em qualquer colégio para saber que o calor funciona como um dos mais eficientes catalisadores da natureza. Ou seja, quanto maior a temperatura de uma bateria, maior a velocidade com que ocorrem seus processos químicos naturais - o resultado é um dispositivo que utiliza ciclos de vida em uma velocidade maior do que a normal.

Dessa forma, manter um aparelho conectado constantemente a uma tomada pode significar perder em pouco tempo sua capacidade de recarga, forçando o usuário a investir em uma bateria substituta. Por isso, o recomendado é retirar a bateria sempre que o plano for utilizar o aparelho durante longos períodos conectados a uma fonte de energia – conselho especialmente válido para donos de notebooks. Nessas horas é preciso optar entre o risco de perder dados não salvos em caso de uma queda de energia ou ver a vida útil da bateria diminuir em ritmo acelerado.

Dicas para prolongar a vida útil.

Agora que já se tem uma ideia básica de como uma bateria de Íon-Lítio funciona durante o processo de recarga, é possível programar o uso dos aparelhos para obter o máximo de vida útil possível. Note que não há remédio para recuperar baterias desgastadas por processos químicos – em geral, esquentá-las um pouco diminui a resistência interna e permite acessar a energia armazenada, mas basta voltar à temperatura normal para o problema retornar.

Abaixo, seguem algumas dicas simples que ajudam a prolongar o tempo de uso de sua bateria e que evitam ter que substituí-las antes do período programado durante sua produção.

Recarregue constantemente seus aparelhos.

A primeira dica tem tudo a ver com o título do artigo:

Melhor maneira de manter seus aparelhos saudáveis é recarregá-los constantemente, de preferência muito antes de sequer pensar em acabar a bateria. Além de permitir que você os utilize durante um tempo mais prolongado, o processo evita o desperdício de importantes ciclos de vida.

Porém, lembre-se de que a descarga completa de um dispositivo é necessária para calibrar o medidor de energia de aparelhos. Dessa forma, recomenda-se descarregar totalmente um aparelho a cada três meses, para evitar qualquer tipo de problema nos indicadores. Em geral, esse ritmo é mais do que suficiente para manter a saúde de sua bateria.

Evite o calor a todo custo.

Como já foi exposto durante o artigo, temperaturas elevadas são os principais inimigos de sua bateria. Afinal, elas aceleram o processo de desgaste dos dispositivos e podem resultar em acidentes mais graves, como incêndios.

Além de retirar a bateria de um aparelho sempre que ela atingir 100% de carga e uma fonte de energia continuar conectada, evite utilizar o aparelho em espaços pouco ventilados ou deixá-lo armazenado junto a fontes de calor. Assim, você prolonga o tempo de vida da bateria e evita a ocorrência de problemas mais graves que podem por em jogo um dispositivo valioso.

Guarde baterias em um local adequado.

Essa dica é especialmente importante para quem mantém uma bateria extra para momentos de necessidade ou precisa armazenar dispositivos durante muito tempo sem uso. Como o circuito de proteção de uma bateria precisa de um pouco de energia para operar corretamente, nunca se deve deixá-la guardada sem carga alguma.

Algumas baterias de Íon-Lítio falham ao ficar muito tempo com a carga mínima, que no geral gira entre 2,5 Volts por célula. Caso esse limite mínimo seja ultrapassado, o circuito de segurança interno deixa de funcionar corretamente e indica que a bateria está morta, situação na qual os carregadores comuns de nada servem. Alguns fabricantes dispõem de alternativas que recuperam dispositivos nesse estado, mas em geral é perigoso tentar fazer o processo sozinho por questões de segurança.

O ideal é que, ao guardar uma bateria, ela esteja com cerca de 40% de sua carga total disponível. Após um determinado período de tempo, é comum que ela perca um pouco dessa capacidade devido ao circuito de proteção – por isso, quando for utilizá-la novamente, o recomendado é deixá-la carregar totalmente antes de utilizar o dispositivo desejado.

Também procure deixá-la em um ambiente arejado, evitando assim qualquer problema de superaquecimento. Afinal, mesmo durante os momentos de repouso de um aparelho os processos químicos de uma bateria continuam agindo de maneira constante – quanto mais amena a temperatura, menor o ritmo com que eles ocorrem e, consequentemente, maior a vida útil total do dispositivo.

16 de abril de 2018

CARTA ABERTA DO SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DE NITERÓI E REGIÃO - SINTSNIT.



O SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DE NITERÓI E REGIÃO - SINTSNIT, em nome da verdade, tendo em vista a campanha difamatória patrocinada por membros da Diretoria do SINTSERJ contra uma entidade regularmente constituída e reconhecida em Sentença judicial, nos autos do processo nº 0102162-89.2017.5.01.0207, vem à público prestar os devidos esclarecimentos.

Entendemos que, melhor que falar é mostrar, nos valendo do velho e conhecido ditado: “contra fatos não há argumentos”.

1) A Constituição autoriza a representação sindical restrita a um município por categoria profissional (limite mínimo);

2) Em 16/03/2016, valendo-se de um direito de ordem constitucional, os membros da categoria em uma assembleia convocada em jornal de circulação estadual e Diário Oficial da União, deliberaram acerca da criação SINTSNIT, aprovando os atos constitutivos e elegendo sua diretoria, para representar os Técnicos de Segurança do Trabalho nos 27 municípios da base de representação do Sindicato;

3) Os atos constitutivos foram devidamente registrados 05/04/2016, dando personalidade jurídica ao SINTSNIT;

4) Para não haver dúvidas quanto a legitimidade do SINTSNIT, e, demonstrando que somos pautados pela verdade, disponibilizamos o entendimento da Excelentíssima Dra. Juíza do Trabalho, Marise Costa Rodrigues, de Duque de Caxias, nos autos do processo nº 0102162-89.2017.5.01.0207, em que a SUPERGASBRAS, incomodada com a atuação do SINTSNIT, tentou desqualificar o nosso sindicato, demitindo o Diretor Presidente. A tratativa restou frustrada, pois a justiça determinou a reintegração, reconhecendo o SINTSNIT como um sindicato legítimo. Vejamos:

“Com relação ao Sindicato fundado pelo Autor, Sintsnit, em 16.03.16, eleito seu Presidente, conforme ID. a47cf2c, tem-se que, mesmo sem registro finalizado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, ele foi regularmente criado, com ata de assembleia para fundação e de eleição da diretoria (ID. 6594833), juntado o estatuto (ID. d818290) e registro em cartório e CNPJ. Consta também a notificação da empresa, ofício no ID. dddc1ac, de 03.08.17 (ID. dddc1ac), sobre sua criação.

5) Como se verifica, a magistrada não deixou dúvidas, acerca da regularidade da entidade, determinado a imediata reintegração.

Vejam:

“Mantém-se a decisão antecipatória de tutela, declarando-se nula a dispensa em 17.08.17 e íntegro o contrato de trabalho, com estabilidade reconhecida até um ano após o término do mandato do Autor como presidente do Sintsnit.”

Por fim, ressaltamos o nosso total compromisso com todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Rio de Janeiro buscando construir uma representatividade de FATO, algo que nunca ocorreu nesse estado, e, por essa razão, sempre estaremos preparados para lutar em prol dos trabalhadores, pautados na justiça, no trabalho e na verdade.

Kleber Silvio Costa
Presidente

12 de abril de 2018

Diferença profissional no trabalho – Reflexão.





Observando as diferenças profissionais dos colegas de trabalho, vou cada vez mais percebendo que somos parte de um grande quebra-cabeça, em que cada pequena peça tem a sua forma, mas que fica incompleta quando só... Assim sendo, podemos dizer que os Serviços Especializados em Segurança do trabalho, são espaços onde se trabalham com grandes diferenças.

Cada um com suas possibilidades e limitações, com sua maneira de ver e sentir o mundo. Cada um precisando do outro para que o quebra-cabeça da vida seja montado e plenamente vivenciado.

Por isso, faz-se necessário reconhecê-las e valorizá-las, não ignorando ou segregando um indivíduo, mas orientando e oportunizando, pacientemente, meios para que ele aprenda na pratica, sem massificar o que é ensinado.

Assim, a aprendizagem será evidenciada de várias maneiras, mostrando que cada um aprende no seu ritmo e no seu tempo, mas que todos aprendem, porque na diversidade vivemos, crescemos e aprendemos a compreender o outro.

Cada um, com sua experiência vivencial, constroem uma história junto ao outro; uma história de erros, acertos, certezas, incertezas, tropeços e firmezas que favorecerão novos caminhos, outros sonhos e tantas valiosas descobertas, pela experiência da diversidade funcional... Até porque a vida pessoal e profissional acontece de maneira diferente e que juntos podemos enriquece - lá cada dia!

Para todos aqueles que fingem não querer entender essas diferenças. 

29 de março de 2018

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28 de março de 2018

Inspeção do Trabalho publica norma sobre embargo e interdição.





O Ministério do Trabalho publicou no Diário Oficial da União dessa segunda-feira (26) a que disciplina procedimentos de fiscalização relativos a embargo e interdição para a atuação da Auditoria-Fiscal do Trabalho.

A IN nº 142 define que os termos e relatórios técnicos relativos a embargo ou interdição executados pela fiscalização do Trabalho deverão ser lavrados e transmitidos via sistema eletrônico específico disponibilizado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, sendo seu uso obrigatório a partir de 2 de abril.

Os termos e relatório também terão de ser enviados pelo sistema num prazo de 24 horas após sua lavratura. No caso de sua impossibilidade, o auditor, no mesmo prazo, deverá dar ciência a sua chefia imediata, seja por meio escrito ou qualquer outro meio de comunicação, descrevendo exclusivamente as condições ou situações que caracterizem risco grave e iminente à integridade física ou saúde do trabalhador.

A gravidade e iminência, que ensejam o embargo ou a interdição, devem ser caracterizadas a partir de elementos fáticos constatados na inspeção do local de trabalho, os quais podem ou não ser acompanhados de análise de elementos documentais.

A IN trata ainda sobre o processo judicial e administrativo de embargo ou interdição e das infrações pelo não cumprimento da Norma.

Clique no link abaixo para ver a


Ministério do Trabalho.

25 de março de 2018

Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.






 Exmo Senhor Presidência da Republica.


Visando o fortalecimento da categoria e dar voz a todos os Profissionais Técnicos de Segurança do Trabalho vimos por meio deste abaixo assinado encaminhar um pedido a V. Ex.º para que institua o CONSELHO FEDERAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO - CONFETEST e seus congêneres regionais.


O Brasil tem uma media de 700 mil registros de acidentes de trabalho por ano, ocupando atualmente o 4º lugar em todo o mundo nesse quesito, atrás somente de países como a China, Índia e Indonésia.


O custo anual é muito alto, já que segundo os dados oficiais há um gasto aproximado de R$ 10 bilhões com indenizações e tratamentos decorrentes dos infortúnios dos acidentes de trabalho. Entre os fatores que contribuem para essas ocorrências estão à alta rotatividade de mão de obra, a existência de máquinas inadequadas e obsoletas, o excesso de jornada, e em muitos ambientes o agravo a saúde dos trabalhadores com as doenças ocupacionais tornam-se quase que um caso de saúde publica, necessitando assim uma intervenção do Estado, através das ações do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho e da Previdência Social, ocorre que pela experiência e conhecimento técnico sobre as questões que envolvem os processos de trabalho e a prevenção de acidentes e doenças decorrentes das atividades de labor, urge a necessidade da atuação profissional dos Técnicos de Segurança do Trabalho e que com a instituição de seu Conselho de Classe será mais um elemento dentro da cadeia produtiva com capacidade de atuação imediata no problema dos acidentes de trabalho e dos agravos a saúde dos trabalhadores, através da Fiscalização do CONSELHO FEDERAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO - CONFETEST e seus congêneres regionais o que garantirá, sem sombra de qualquer dúvida, a redução substancial dos passivos decorrentes das más condições de trabalho que levam os trabalhadores ao infortúnio dos acidentes.


Diante da atual situação do país, das reformas trabalhistas e da incerteza política nunca se fez tão necessário a criação do CONSELHO FEDERAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO - CONFETEST e seus congêneres regionais, portanto, companheiros nós temos a obrigação de lutar pela valoração da nossa profissão e dessa forma estaremos contribuindo para a redução dos acidentes e agravos a saúde dos trabalhadores, assim pedimos que você contribua assinando esse ABAIXO ASSINADO ELETRÔNICO que será encaminhado a Presidência da Republica para sensibilizá-lo quanto a Criação do CONSELHO FEDERAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO - CONFETEST e seus congêneres regionais.

Click no link para contribuir com sua assinatura em prol da melhoria de sua profissão.






20 de março de 2018

ENCONTRO COM A MORTE - Professor Guimarães.- TS/RJ.

Brasil ganha obra inédita na área de segurança e saúde do trabalho.



Será lançado nesta terça-feira (20), em São Paulo, o Dicionário de Saúde e Segurança do Trabalhador: Conceitos, Definições, História, Cultura. A obra reúne 522 autores, incluindo estrangeiros, e foi organizada pelo médico especialista em medicina do trabalho René Mendes. O propósito das 1.280 páginas é funcionar como uma obra de referência e beneficiar não apenas os profissionais da área, mas principalmente os trabalhadores brasileiros.

O dicionário possui 1.236 verbetes temáticos, escritos em uma linguagem simples. O organizador do livro ressalta que a obra está a serviço dos mais vulneráveis, pois atenderá de forma abrangente as associações e sindicatos em prol do cidadão.

“Se um sindicato, por exemplo, tiver dúvida sobre como atuar em caso de assédio moral ou outro tema, ele pode consultar o livro. A partir daí, terá as orientações sobre como proceder. Caso queira fazer uma pesquisa mais minuciosa, ao final de cada verbete, ele encontrará referências. Algumas delas, inclusive, estão disponíveis na internet”, detalha René Mendes.

O organizador explica ainda que para chegar ao resultado, o livro contou com a participação de especialistas em saúde e segurança do trabalho e de áreas distintas, como direito, sociologia, e outras profissões envolvidas no propósito de promover a equidade, a justiça social e o desenvolvimento humano ético e sustentável por meio do trabalho.

Dentre os autores, também estão presentes representantes da Fundacentro, entidade ligada ao Ministério do Trabalho. “A expectativa é ter um salto na qualidade do atendimento no setor. A cada três anos, haverá uma atualização e revisão do que estamos chamando de enciclopédia”, conclui Mendes.

Após o lançamento em São Paulo, o dicionário também estará disponível em outras capitais brasileiras.

Ministério do Trabalho.

19 de março de 2018

Seu colega pensa que é o chefe? Saiba como lidar com a situação – DDS.




Não é incomum encontrar nas empresas colegas equivocados no que diz respeito às próprias atividades e que, muitas vezes, acabam agindo como se fossem eles mesmos o chefe. Nestas horas, sugerem especialistas, é preciso ter “jogo de cintura” para lidar com a situação.

“Não é indicado bater de frente ou gerar alguma situação de conflito”.

“A postura em situações difíceis é avaliada pelos gestores e, se a reação for negativa, poderá fazer com que o profissional perca a razão, mesmo diante de uma atividade incorreta de seu colega”.

“O ideal é deixar claro para o colega quais são as suas responsabilidades, ser assertivo”.

Converse:

No caso da situação começar a influenciar diretamente nos resultados do seu trabalho ou da equipe, vale uma conversa franca, porém amistosa com o colega equivocado. Contudo a conversa só é indicada se houver algum grau de intimidade entre os envolvidos.

Caso contrário, a pessoa pode tentar abordar o problema em avaliações de desempenho e, em último caso, marcar uma conversa com o superior imediato para relatar a situação, procurando sempre destacar como o fato impacta no trabalho, para não parecer uma implicância.

Líder:

No que diz respeito ao líder, dizem os especialistas, este deve ficar muito atento para evitar que situações como estas evoluam e se tornem desgastantes. Isso porque, ele também pode ser prejudicado.

“Quando um membro da equipe passa a agir como se fosse o chefe, sem a anuência do líder, isso pode demonstrar que o líder não soube gerenciar a equipe, prejudicando-o frente aos seus superiores”.

Dessa forma, ao perceber uma situação controversa, o líder deve conversar com os envolvidos para tentar buscar a melhor forma de resolvê-la.

No mais, refaça as divisões de tarefas para que cada um saiba exatamente o que deve fazer.

Alerta vermelho:

Já o profissional que, no desejo de ser proativo, acaba exercendo a função de chefe, sem que tenha havido um pedido da chefia para isso, deve ter cuidado para não ficar estigmatizado como arrogante e invasivo alerta.

Além disso, estas pessoas podem ter a tão sonhada promoção prejudicada porque em vez de agregar à equipe, elas acabam gerando insatisfação nos outros membros.

Gladys Ferraz Magalhães.