Somos membro de equipe multidisciplinar de segurança do trabalho com vasta experiência em projetos de gestão na área da Prevenção de Acidentes, possuímos portfólio completo visando assessorar sua empresa na tomada de decisões relacionadas a SMS.
Desenvolvemos projeto de Segurança e Prevenção, acompanhamos o andamento dos trabalhos e realizamos treinamentos.
Contato:
marciovaitsman@yahoo.com.br - marciovaitsman@gmail.com - http://twitter.com/SMSeg
PEDOFILIA, DENUNCIE. DISQUE 100

8 de junho de 2017

Você sabe o que é Stop Light


Desde Fevereiro de 1978, tenho realizado projetos para a viabilização do equipamento em referencia.

PB - Projeto básico, desenho e desenvolvimento do equipamento.

PE - Projeto executivo, construção de protótipo e teste.

Várias publicações sobre este projeto foram editadas no decorrer de anos, inclusive neste blog no ano de 2009, porém, faltou o registro de Patente que estou tomando conhecimento está sendo requerido por um grupo de pessoas que tomado conhecimento do projeto e vendo sua viabilidade, se prontificaram a registrar sem a devida anuência de seu verdadeiro idealizador conforme projetos, atitude considerada legal, porém no meu entendimento é imoral.

Justificativa e Objetivos do Stop light.

Atuar na prevenção de ocorrências de acidentes que acarretam milhares de vítimas fatais e/ou que se tornam deficientes físicos em função do chamado efeito chicote.

Stop light é um sistema que não interfere nos acessórios de fábricas já instalados nos veículos em circulação, objetiva, aumentar o tempo de reação e freagem do motorista que trafega na retaguarda, evitando dessa forma a colisão na traseira do veículo que vai a frente e consequentemente acidentes com vítimas fatais.

Stop Light chega para quadriplicar a percepção do condutor que vem na retaguarda, possibilitando antever as intenções de parar ou prosseguir do motorista que vai a frente.

Com o aumento crescente de nossa indústria automobilística, bem como o aumento de forma geométrica da estatística dos acidentes de trânsito, envolvendo passageiros indefesos, necessário se faz a obrigatoriedade de instalação do acessório Stop Light em todos os veículos em circulação e fabricados no Brasil.

Micro Suíte ou Sensor. Stop light é de fácil instalação, deverá ser posicionado no assoalho do veiculo sob o pedal do acelerador e será automaticamente acionado após o veiculo atingir velocidade médio de 40 km ou outra velocidade a pesquisar.

Funcionamento básico do stop light: O motorista (B) que vai a frente ao deparar com o perigo, necessita de tempo para decidir o que fazer: frear, desviar, etc., ao retirar o pé do acelerador de seu veículo até iniciar a freagem leva alguns segundos que ainda não foi percebido pelo motorista (A) que vem atrás.

O motorista (A) que vem atrás, só percebe que o motorista (B) que vai a frente tem intenção de parar quando a luz do freio acende e já está parando, é neste momento que inicia o tempo de reação e freagem do motorista (A) que vem atrás: o que fazer frear, desviar, etc., nunca dá tempo e acontece à colisão traseira, esse é o tempo de reação e freagem do motorista, que não tem tempo de executar os procedimentos que pretendia.

Distância de Parada: DR + DF = DP - Distância de Reação: É à distância percorrido pelo veículo, desde que o perigo é visto, até que você tome a atitude de frear.

DF - Distância de Freagem: É à distância percorrido pelo veículo desde o acionamento do freio, até parar.

DP - Distância de Parada: É à distância percorrida pelo veículo: desde percepção do perigo até a parada total.

Tempo de Parada: TR + TF = TMR - Tempo de Parada: é o tempo gasto depois de acionado o mecanismo do freio até parar totalmente o veículo.

TR - Tempo de Reação: é aquele que é gasto desde que o perigo é visto, até que o motorista tome qualquer providência (acionar o freio).

TF - Tempo de Frenagem: é o tempo gasto depois de acionado o mecanismo do freio até parar.

TMR - Tempo Médio de Reação: é o tempo de ¾ de segundo em estado normal que o motorista vê o perigo e toma uma atitude.

Concluindo:

Na minha concepção, não pelo fato de ter bolado o equipamento, mas pela importância que representará ao ser adotado objetivando a redução dos acidentes.

Diante das justificativas apresentadas, o aparelho stop light, é acessório indispensável nos automóveis brasileiros.

Marcio Santiago Vaitsman

7 de junho de 2017

Ambiente de trabalho – local de conflitos e desentendimentos que afetam as pessoas e a empresa.


O ambiente de trabalho para grande maioria das pessoas passou a ser considerado como o “ambiente familiar”. Muitos não se dão conta, mas cada vez mais as pessoas demandam a maior parte das horas do dia se relacionando com colegas do trabalho, clientes e fornecedores (dentro ou fora da organização).
Considerando ainda o tempo de deslocamento entre trabalho e residência e vice-versa, conclui-se que o tempo que passamos em casa é proporcionalmente irrisório, haja vista que do resto das horas do dia (ou noite) que estamos em casa ficamos, até para se recompor física e mentalmente, dormindo.

É uma rotina interminável e que se não for bem administrada, acaba por gerar um estado de desânimo, cansaço, insatisfação, falta de realização, que pode nos afetar diuturnamente, seja no desenvolvimento das atividades, no relacionamento com os colegas ou superiores e até em nossa saúde física e mental.

Os conflitos existentes no ambiente de trabalho, somados aos do ambiente familiar (casal, namoro, solidão, parentes), geram um alto grau de estresse, sendo este uma das principais causas de desentendimentos nas organizações.

Por vezes nos flagramos contendo aquela vontade de “rasgar o verbo” com algum colega, subordinado ou chefe, um palavrão que chega até a ponta dos lábios, mas num movimento quase inconsciente de defesa, aquela ofensa volta a repousar em nossa mente, deixando a emoção e resgatando a razão para resolver a situação.

Antes de qualquer conclusão precipitada sobre o comportamento e atitudes dos outros, precisamos estar cientes de que somos seres humanos, sujeitos a erros e acertos, a transformações de pensamentos e comportamentos, mudanças estas que fazem parte do próprio relacionamento interpessoal.

Se por um lado parece insustentável permanecer num ambiente em que todos parecem estar contra você, por outro encarar as dificuldades e desentendimentos de frente pode ser uma importante ferramenta para se autopromover, ora por demonstrar que está pronto para lidar com conflitos frente aos colegas, ora por usar habilidades e solucionar problemas que o coloca em posição de assumir maiores responsabilidades na hierarquia da empresa.

Não pense que a solução seja fugir destes conflitos. Qualquer ambiente organizacional é formado por conflitos, interesses pessoais ou coletivos que impulsionam os profissionais a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Ficar pulando de galho em galho na busca da empresa sem conflitos irá demonstrar, na verdade, que possui dificuldade de adaptação, pouca flexibilidade e dificuldade em relacionamento. Em que pese haja empresas com um ótimo clima organizacional, tenha certeza de uma coisa, não há empresa sem conflitos.

Noutro vértice está a atitude da empresa em buscar detectar tais conflitos, se utilizar de ferramentas disponíveis no mercado de modo a fazer com que o impacto destes supostos desentendimentos seja o menor possível. Convergir as competências e habilidades profissionais das pessoas para um único objetivo (lucro) é o papel dos Gestores e da companhia.

Entretanto, este objetivo não deve ser a todo custo onde o fim justifique os meios. Este processo deve ser de forma harmoniosa e com reciprocidade (onde todos ganham), como a fonte da sustentabilidade para o atingimento das metas.

Embora pareça um desatino, o conflito é necessário. É como as dificuldades que atravessamos em nossa vida pessoal. Daí é que surgem novas ideias, novas formas para solução de problemas, nova visão daquilo que se busca pessoal e profissionalmente.

A busca por uma eventual vaga que um dia irá surgir na organização não deixa de ser um conflito, sadio claro, onde dois ou mais profissionais estão se esforçando, se dedicando, se empenhando para conseguir a vaga. Este esforço conjunto, ainda que se possa entender como uma “briga” interna, retrata na prática, ações conjuntas de maior produtividade.

A grande dificuldade que as empresas encontram é justamente o equilíbrio entre um ambiente de conflito sadio e o ambiente negativo, de “guerra”, onde interesses pessoais sobrepõem o interesse da companhia. São estas situações que exigem uma intervenção de uma equipe (RH, consultores internos ou externos) que possam identificar e restabelecer um ambiente organizacional equilibrado, voltado a missão, visão e valores da organização.

Guia Trabalhista. 






3 de junho de 2017

UMA PARABOLA PARA REFLETIR.


Certa vez um vagalume chamado Spai, voava pela floresta e, como de costume, ele percorria determinado caminho para ir para casa.

No meio do caminho Spai notou a presença de outro animal, porém não deu muita atenção, pois se tratava de uma cobra, um bicho que nunca o incomodara.

Então, Spai continuou a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rápido Spai voava, mais rápido a cobra o seguia.

E em determinado momento Spai cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar e enfrentar a sua desafiante.

A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo simplesmente. Então, Spai que já estava muito cansado e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minutinho antes do ataque e perguntou:

- Por que tu me segues?

Porque tu queres me matar?

A cobra respondeu:

- Não sei.

Spai então falou:

- Eu nem faço parte da sua cadeia alimentar. Eu não te fiz nada.

Spai, mesmo assim, vendo que seria devorado, lhe fez a última pergunta:

- Afinal de contas, por que tu queres acabar comigo?

Por que me seguiste e agora queres me matar?

A cobra enfim respondeu:

- Ora vagalume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente.

E, quando a cobra foi atacá-lo, Spai apagou a sua luz por um momento e conseguiu esconder-se da cobra invejosa.

Spai tomou outra direção e sobreviveu, mas teve que apagar seu brilho por instantes.

Entre os humanos também é assim: Tem gente que não suporta ver os outros brilharem.

27 de maio de 2017

Um pouco da historia da regulamentação da profissão de Técnico em Segurança do Trabalho.


Em 1978, o saudoso Supervisor de Segurança Flávio Sussekind, em conversa amistosa comigo, que era Vice Presidente da ASTERJ e vendo o esforço que eu fazia para elaborar um texto visando tentar regulamentar a profissão de Técnico em Segurança do Trabalho, disse também ter feito um esboço de uma Anti Projeto Lei que visava a regulamentação da profissão, na forma que eu havia pensado e conversado com ele e, que seria útil para valorizar a nossa classe, dessa forma disse ele - você e eu poderíamos nos unir e fazer um único projeto.

Convidou-me para ir a sua casa no bairro de Ipanema/RJ, onde mostrou o  esboço elaborado por ele do Anti Projeto de Lei e eu apresentei o que eu havia também elaborado, após leitura dos textos, naquele momento, fizemos várias observações nos esboços de cada um, suprimimos e acrescentamos itens e falou para que eu levasse comigo e com calma moldasse itens do texto conforme minha conveniência, pois ele não estava com tempo vago em sua agenda, já que era advogado e trabalhava para vário órgão da Delegacia Regional do Trabalho e assessorava diversas empresas, inclusive, tendo sido Advogado da ASTERJ, nossa Associação de Supervisores em Segurança do Trabalho.

Eu, como Vice-Presidente da Associação, chamei a Diretoria para mostrar o esboço para que  juntos pudéssemos analisar o texto a fim de propor a Regulamentação da Profissão de Técnico que era o sonho de todos os supervisores registrados no MTE/DRT e associados à ASTERJ.

Na verdade, estávamos abrindo caminho para o reconhecimento da Profissão de Técnico, a criação do Sindicato e mais a frente, o Conselho próprio dos profissionais Técnicos em Segurança do Trabalho.

Passado alguns meses, após várias reuniões, chegamos ao termino dos debates sobre o assunto e partimos para a execução de nossos objetivos, qual seja, a Regulamentação da profissão de Técnico em Segurança do Trabalho que nós permitisse primeiramente solicitar junto ao MTE/DRT a Carta Sindical tão almejada por toda a classe prevencionista.

Entrei em contato através de carta registrada com o gabinete do Governador Franco Montoro de São Paulo (era um político forte junto ao governo na época), o qual sua Assessoria nos informou igualmente através de carta  registrada, que não havia interesse do governador em apoiar tal projeto.

Dessa forma, não desistimos, continuamos a procurar um político igualmente forte que se dispusesse abraçar nossa causa, foi então que nos lembramos do Senador Saturnino Braga do Estado do Rio de Janeiro que também era muito influente nos meios políticos de Brasília e era o representante do Rio de Janeiro no Congresso Nacional.

Elaboramos uma carta, solicitando uma audiência com o Senador, porém não podia ser em Brasília, nenhum de nós tínhamos situação financeira para arcar com custo de uma viagem a Capital Federal.

Propomos e conseguimos que em uma das vindas ao Rio, ele pudesse nos receber em seu escritório, após semanas, recebi uma carta de sua Assessoria informando que o mesmo estaria no Rio e onde poderíamos nos encontrar, imediatamente fornecemos o endereço da ASTERJ, rua Álvaro Alvim nº 27, o qual não me lembro com certeza o andar.

No dia e hora previamente marcado, na presença do Engenheiro Edson Sereno ( Meu convidado) e dos Supervisores em Segurança Esdra, Ruth, Jorge James, Antonio Monteiro, Luiz Siqueira, Pedrosa, Nelson Lemos e um repórter do JB (Jornal do Brasil) que registrou o fato histórico com uma nota sobre a entrega do nosso Projeto de lei ao Senador na sede da Associação, este acontecimento foi transcrito no livro de Ata de Reuniões da Associação cujo a  guarda se encontra em meu poder.

O projeto foi lido pelo Senador que mencionou estar muito bem redigido e que nos prometeu apresentar o projeto tão logo chegasse ao Senado Federal em Brasília nos próximos dias.

Passado uma semana do nosso encontro aqui no Rio, recebi através da assessoria do Senador (fac-símile = reprodução exata de edição original) do Anti Projeto de Lei nº 500 já de sua autoria, visando à regulamentação da Profissão de Técnico em Segurança do Trabalho, após um ano outro fac-símile Já como Projeto de Lei nº 500 em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal.

Houve muita interferência de Deputados e de Órgãos ligados a Engenharia, principalmente do CREA e SOBES, que não conseguiram incluir uma vírgula neste projeto de lei.

A profissão do engenheiro entrou no bojo do nosso projeto simplesmente por interferência pessoal de dois engenheiros ( que prefiro não citar os nomes) que praticamente impuseram essa condição e a conveniência de nos Supervisores em permitir que isso acontecesse devido ser na época chefe de um dos elaboradores do projeto e não iria permitir sua ida a capital Federal na apresentação do esboço do Anti Projeto de Lei por nós elaborado.

Após muito esforço, pois vários outros projetos foram apresentados na Camará dos Deputados que tentava atrapalhar a tramitação de forma rápida do projeto de Lei nº 500, esses projetos visavam tornar a profissão diferenciada, mas não Técnica.

Apresentei diversas solicitações por escrito ( carta registrada e telegramas) a Presidência da República, ao Presidente do Camará dos Deputados, e diversos Senadores as quais obtivemos respostas de todos sem exceção solicitando a retirada de projetos análogos, inclusive apresentados após o nosso que na verdade, visava tão somente tumultuar a tramitação por interesses obscuros de órgãos influentes na época.

Mas a nossa perseverança, a vontade de vencer foi tanta que conseguimos fazer prevalecer o nosso humilde e suado Ant Projeto de lei nº 500 que em 1985, pelo bom senso da maioria absoluta dos Senhores Senadores votassem a favor do nosso já Projeto de Lei, que foi promulgada pelo então Presidente da Republica José Sarney, hoje é a lei nº 7.410 de 27 de novembro de 1985.

Essa é parte da  historia da regulamentação de uma Profissão que embora não importante para alguns, enobrece a Segurança do Trabalho no Brasil.

Marcio Santiago Vaitsman

21 de maio de 2017

Publicações Técnicas Relacionadas com a Segurança do Trabalho que provocou a tomada de posição do governo federal em legislar sobre o tema.


Publicações Técnicas Relacionadas com a Segurança do Trabalho, as quais fazem parte do acervo da biblioteca da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - Fundacentro – São Paulo/Brasil.

Sinceramente sinto orgulho em deixar estes trabalhos publicados para os futuros amantes da Prevenção do Estado brasileiro.

Marcio Santiago Vaitsman

Titulo 1.

A PROBLEMATICA DOS ACIDENTES DE TRABALHO RELACIONADA COM OS MOTORISTAS RODOVIÁRIOS DE PASSAGEIROS.

Dados do Documento:

Chamada: *As Veq (207) C749a p. 486-488 1978

Idioma: PORTUGUÊS

Tipo de Documento: Analítico – LIVRO

Fonte: INCLUÍDO NOS ANAIS DO XVII CONGRESSO NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO.

Autores: LUCA, CARLO LUCIANO DE VAITSMAN, MARCIO SANTIAGO

Responsabilidade: Carlo Luciano de Luca; Marcio Santiago Vaitsman

Edição: São Paulo:FUNDAÇÃO JORGE DUPRAT FIGUEIREDO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO FUNDACENTRO, 1978.


Descrição Física: p. 486 De-488

Assuntos: Ônibus/ historia acidentes do trabalho/ transporte rodoviário/ reuniões de segurança e saúde (eventos, congressos, seminários, simpósios colóquios) ergonomia/ avaliação/ ergonomia/ ambiente de trabalho/ riscos ambientais analise ergonômica.

Titulo 2.

O MOTORISTA RODOVIÁRIO DE CARGA - SEU DESEMPENHO EM PROL DA PREVENÇÃO DE ACIDENTES.

Dados do Documento:

Chamada: * As Veq (207) C749a p. 229 : il 1981

Idioma: PORTUGUÊS

Tipo de Documento: Analítica – LIVRO

Fonte: * ANAIS DO XIX CONGRESSO NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO

Autores: LUCA, CARLO LUCIANO DE VAITSMAN, MARCIO SANTIAGO

Responsabilidade: Carlos Luciano de Luca ; Marcio Santiago Vaitsman

Edição: São Paulo: FUNDAÇÃO JORGE DUPRAT FIGUEIREDO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO - FUNDACENTRO /1981

Notas: Contém resumo

Descrição Física: p. 229 : II

Assuntos: Motoristas / acidentes do trabalho / reuniões de segurança e saúde (eventos, congresso, seminário, simpósio, colóquio) / acidente de trânsito / acidentes nas estradas.

Titulo 3.

A PROBLEMÁTICA DE SEGURANÇA NOS TRANSPORTES DE PRODUTOS DE ALTA PERICULOSIDADE PELAS RODOVIAS BRASILEIRAS.

Dados do Documento:

Idioma: PORTUGUÊS

Tipo de Documento: LIVRO e Periódicos - Matéria publicada na revista Cipa/SP.

Fonte: * CONTRIBUIÇÃO AO TEMA OFICIAL PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS NA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA, PARA O XVIII CONPAT.

Texto publicado  na revista CIPA: CADERNO INFORMATIVO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - v. 2 n. 18 nov. 1979

Autores: SERENO, EDSON VAITSMAN, MARCIO SANTIAGO

Responsabilidade: Edson Sereno, Márcio Santiago Vaitsman

Edição: SÃO PAULO: FUNDACENTRO E CIPA PUBLICAÇÕES, PRODUTOS E SERVIÇOS LTDA.

Resumo: Nesta matéria, analisa-se sobre o ponto de vista segurança do trabalho, a problemática do transporte rodoviário de produtos considerados perigosos, sendo este tema uma contribuição ao tema oficial prevenção de riscos profissionais na indústria petroquímica, para o XVII CONPAT. Espera-se que medidas mais energéticas de proteção venham a ser adotadas no transporte de tais produtos, nas rodovias brasileiras. Faz-se neste trabalho, uma análise sob o aspecto da prevenção, tece-se comentários, aponta-se condições inseguras e, finalmente, apresentam-se as observações.

Ações e recomendações julgadas pertinentes. O trabalho enfatiza a importância do tema problemática de segurança no transporte de produtos de alta periculosidade por rodovias.

Descrição Física: p.18-21

Assuntos:

Segurança no trabalho / transportes / fiscalização  / produtos de alta periculosidade / rodovias brasileiras/ identificação da carga / mudança nos dizeres ambulância / socorro / bombeiros e policia nos carros de emergência/ paradas obrigatória para descanso.

O autor: Marcio Santiago Vaitsman e detentor  de vários outros títulos de importância para a Segurança laboral no Brasil, dentre as quais a redação e proposta que culminou na atual lei nº 7.410 de 27 de novembro de 1985.



20 de maio de 2017

Índio sabido - Para Reflexão


Estava o Índio indolentemente sentado a beira do rio, pescando, quando chegou o homem branco. Foi chegando de mansinho, parou a certa distância e se pôs a observar.

Viu o Índio pôr isca no anzol calmamente, depois atirá-lo na água, olhar sonhadoramente para os círculos que se formavam e desapareciam na corrente e, fincar a vara na margem barrenta do rio, espreguiçar-se, recostar-se e esperar pacientemente.

Viu o ligeiro movimento da linha, depois mais rápido, mais rápido - até atrair a atenção do Índio.

Viu o Índio curvar-se para a vara, segurá-la, observar o vaivém da linha cada vez mais rápida, cada vez mais forte, e de repente, num pânico movimento brusca, felina, viril, sacar das águas um belo peixe de uns dois quilos.

E quando viu o Índio comer o peixe, jogar fora a vara para o lado e espichar-se na relva, acercou-se:

Como? Não vai pescar mais?

- Não.

Por quê?

- Já comi. Agora vou descansar.

Mas você pescou um peixe e tanto num instante...

- Pesquei.

Podia pescar outros ...

- Pra quê?

Podia salgar e guardar para depois..

- Depois eu pesco.

Mas podia pescar muito mais...

- Pra quê?

Podia salgar e vender os peixes ...

- E o que eu ia fazer com o dinheiro?

Comprar mais varas, mais anzóis e pagar uns garotinhos pra pescar.

- Pra quê?

Poderia pescar muito mais peixes ...

- E que ia fazer com tanto peixe?

Vender, claro. Ganharia muito dinheiro.

- Pra quê?

Comprar barcos, molinetes, e pescar lá no meio do rio.

Pescaria peixes muito maiores, e venderia, e ganharia mais dinheiro, e compraria mais barcos, redes, arpões e contrataria mais pescadores e...

- Pra quê?

Poderia até pescar no mar - e pescar muito mais peixes, e camarões, e baleias, e...

- Pra quê?

E então poderia pôr todo mundo trabalhando para você e ficar deitado o resto da vida, descansando, gozando a vida, apreciando a natureza...

- Bom... Isso já estou fazendo agora.

E virou-se para o lado e dormiu...

Moral: Nem todos os homens são gananciosos e vivem como escravo do dinheiro, ao contrário do que se pensa, vários profissionais poderiam imitar o Índio, mas preferem continuar a luta em prol da melhoria das condições de trabalho de milhares de desconhecidos que labutam na área da prevenção dos acidentes, mesmo sem ressarcimento monetário.

Pense nisso!.

13 de maio de 2017

Comunique-se para integrar - DDS.




Para as empresas de modo geral, a comunicação é a principal ferramenta para estabelecer parcerias e comprometimentos entre todas as pessoas, independente de seu nível dentro da organização, sempre é tempo para melhorarmos o sistema de comunicação, primeiro para manter o estímulo à motivação e ao comprometimento e segundo para consolidar o processo de melhoria contínua.

Quanto melhor for a comunicação, maior será a possibilidade de acerto e melhor será o acompanhamento dos resultados alcançados.

Para uma boa comunicação é necessário que se garanta os seguintes critérios:

Cultivar o respeito entre pares, líderes e liderados; Estabelecer ambiente de cordialidade receptividade permanentemente;

Saber ouvir o colega, o subordinado ou chefe é fundamental;

Ninguém é tão autossuficiente que não precise aprender nada, e ninguém é tão deficiente que não possa contribuir com nada;

Todas as pessoas têm valores que precisam ser preservados e o comportamento, caminho comum final, deve ser permanentemente estimulado ao crescimento, ao comprometimento e ao desenvolvimento;

Não há boa ideia que nasça pronta, as grandes ideias são aquelas que podem ser melhoradas continuamente;

Não há apenas mão de obra e sim mão, mente e espírito porque o homem é o começo, o meio e o fim de todo o processo produtivo, por isso, se não há comunicação, não há mudança alguma se o homem não quiser mudar.

Diante do exposto, para qualquer processo de desenvolvimento é necessário acima de tudo que se saiba onde se quer ir e como chegar lá, para isso, a comunicação e a principal ferramenta, o método mais eficaz, mais prático e mais produtivo do relacionamento interpessoal.

"Comunique-se mais com seu colega de trabalho, viva melhor, isso vale a pena!"

Para uma categoria profissional a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!

10 de maio de 2017

Situações equiparadas a acidente do trabalho.


Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício de atividade a serviço da empresa e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, que pode causar a morte, a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.

Consideram-se, também, como acidente do trabalho:

1. Doença profissional: assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social;

2. Doença do trabalho: assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, constante da relação mencionada no item 1 acima.

A relação de agentes patogênicos causadores de doenças profissionais ou do trabalho estão relacionadas no anexo II do Regulamento da Previdência Social – RPS.

Situações Equiparadas a Acidente do Trabalho:

O art. 21 da Lei 8.213/91 dispõe as situações que se equiparam também ao acidente do trabalho:

1 – O acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para redução ou perda da sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação;

2 – O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho, em consequência de:

a) Ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho;

b) Ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada ao trabalho;

c) Ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho;

d) Ato de pessoa privada do uso da razão;

e) Desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior;

3 – A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade;

4 – O acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho;

a) Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;

b) Na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;

c) Em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor capacitação da mão de obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;

d) No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.

Nos períodos destinados a refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante este, o empregado é considerado no exercício do trabalho.

Veja situações em que a Justiça do Trabalho equiparou a doença profissional ou ocupacional como acidente:

– Doença ocupacional de teletrabalhador no sistema home office: empregador pode ser responsabilizado?

– Empregado de banco recebe indenização milionária em ação de doença ocupacional.

Veja também situações em que a Justiça do Trabalho não equiparou a doença profissional ou ocupacional como acidente:

– Afastada responsabilidade objetiva do empregador por doença ocupacional.

– Alegação de doença ocupacional inexistente gera condenação ao empregado e ao advogado



7 de maio de 2017

PEQUENOS FERIMENTOS - DDS


Quando dizemos que fulano se machucou ontem, queremos dizer que algo de sério aconteceu com ele. Normalmente não consideramos arranhão, uma pancada na cabeça, uma pancada na cocha como machucado ou ferimento. Ao pensarmos assim, estamos parcialmente certos, mas parcialmente errados também.

Os pequenos ferimentos não nos preocupam porque não nos afastam do trabalho, nem requer internação. Isto é verdade desde que tomemos pequenas medidas para que a coisa não fique grave.

Quantos exemplos temos aqui para mostrar que aqueles pequenos ferimentos pode ser um princípio de um problema sério ( deixe a turma citar casos em família ).

Existem milhares de casos em todo o Brasil em que pessoas não deram a devida importância daqueles pequenos ferimentos e que mais tarde teve uma perna amputada, um órgão extraído ou mesmo até a morte, porém tais casos não são divulgados.

Um jogador americano recebeu um forte bloqueio de corpo no meio do campo. Saiu do jogo sentindo-se muito bem e depois de algum tempo foi para casa. Ele morreu no dia seguinte por ter sido vítima de uma ruptura de baço.

Por mais estranho que possa parecer algumas vezes uma pessoa pode até sofrer uma fratura sem que se perceba disto, negligenciando o caso.

Estes são apenas alguns dos motivos que nos levam a querer que você relate qualquer ferimento, qualquer pancada, qualquer queda recebidos em casa, no trabalho, na rua e receba o tratamento que deve ter o caso.

Provavelmente a unidade de saúde com alguns cuidados de primeiros socorros, deixará você novo num minuto, porém, não faça automedicamento ou achando que não precisa de tratamento porque não está se sentindo muito mal.

Outro ponto. A menos que você esteja bem treinado em primeiros socorros e que esteja autorizado a lidar com estes casos, não brinque de médico tratando outras pessoas, fazendo aplicações em pessoas que tenham se machucado ou que não estejam se sentindo bem. Você poderá provocar muito mais mal do que bem.

A empresa possui uma assistência médica da melhor qualidade que pode oferecer uma proteção adequada para pequenos ferimentos.

Relate todos os ferimentos, pequenos e grandes, no momento em que acontecem e faça o tratamento imediato com as pessoas que estão qualificadas para isso. 





28 de abril de 2017

Redes Sociais – Uma grande oportunidade para candidatos e caçadores de talentos.

As redes sociais têm se tornado uma ferramenta bastante utilizada por pessoas que buscam fazer amizades, trocar informações e fotos com amigos, marcar encontros enfim, um serviço utilizado por muitos como forma de entretenimento e diversão.

Mas é preciso cautela quando da utilização destas ferramentas, pois podem ser uma grande barreira para se encontrar uma oportunidade no mercado de trabalho, principalmente para aqueles mais exaltados ou indiscretos, que “rasgam o verbo” postando palavrões ou imagens comprometedoras aos “olhos” de alguém que busca candidatos para o preenchimento de vagas.

É que muitas empresas e agências de emprego também se utilizam desta ferramenta para conhecer mais os perfis dos candidatos que se apresentam para o preenchimento de uma vaga de emprego. Buscam se certificar se as informações declaradas no currículo equivalem ao perfil exposto nas redes de relacionamento.

Dentre as várias fontes de pesquisa podemos citar o Facebook, Twitter, Blogger, WordPress, Linkedin, Myspace, Reddit, Google, Xanga, Youtube entre outras. Todas de certa forma expõem os usuários em relação aos tipos de amigos com os quais mantém vínculo de amizade, gostos pessoais, experiências profissionais como cursos profissionalizantes, idiomas, viagens internacionais entre outras informações.

Embora tenham sido citadas várias fontes, particularmente consideramos o Linkedin como uma fonte mais direcionada ao aspecto profissional, ou seja, nesta rede em específico as pessoas buscam postar seus currículos com informações de suas experiências profissionais de forma mais detalhada, mantendo-o, inclusive, atualizado. É uma das fontes mais utilizadas pelas empresas na busca de candidatos.

Todas as informações nas diversas fontes citadas podem e geralmente são usados por empresas “caçadores de talentos” que consideram as redes sociais como uma fonte consideravelmente importante, pois ali o candidato pode expressar com mais naturalidade sua verdadeira personalidade, expondo com maior naturalidade sua verdadeira “identidade”, o que não acontece quando escreve sobre si em duas laudas do currículo.

Assim, da mesma forma que pode ser uma grande oportunidade para conquistar uma vaga de emprego, já que as empresas mesmo sem ter recebido seu currículo, podem obter informações importantes sobre suas experiências e já pré selecioná-lo para uma entrevista, também pode ser um “tiro no pé”, pois uma crítica inadvertida a um colega ou ao próprio superior da empresa onde atua, expondo situações que deveriam ser preservadas do público, pode representar uma bela frase em caixa alta “NÃO ME CONTRATE”.

Você pode achar que o que foi postado na rede social é apenas uma brincadeira e que na vida profissional não agiria da mesma forma. O problema é que quem está avaliando seu perfil não irá entender da mesma forma, aliás, poderá até já “excluir” da lista de possíveis candidatos, um amigo seu que respondeu ou participou dos comentários eventualmente ofensivos, pejorativos e indiscretos.

Mas se você quer reverter esta situação ainda há tempo. Participar de grupos de discussão é um ótimo caminho para entrar na mira dos recrutadores, pois nestes grupos você pode demonstrar que tem poder de argumentação em determinado assunto, demonstrando não só conhecimento teórico, mas prático.

As empresas também se utilizam das redes para oferecer vagas de emprego. Ficar atento a estas ofertas e se candidatar a fazer parte da organização pode ser outra forma de sair do desemprego, trocar de empresa ou alcançar a tão sonhada vaga para ascensão profissional.

Guia Trabalhista.